segunda-feira, 1 de dezembro de 2008


Penso nela como uma mulher que não teme
o silêncio da noite ou a claridade do meio-dia.
Nunca penso nela como alguém que diz:
“Olhe só o que a dor fez comigo: 
transformou-me numa louca.”.

Mesmo que isso fosse verdade.


Helena Gold

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