terça-feira, 13 de outubro de 2009

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"... Mas ele deteve-me e quis saber como imaginava eu essa outra vida. Repliquei:
- Uma vida onde me pudesse lembrar desta vida. - E disse-lhe que já bastava (...)
Pus-me a gritar em altos berros e insultei-o e disse-lhe para não rezar e que, mesmo que houvesse um inferno, não me importava, pois era melhor ser queimado no fogo do que desaparecer".
(O Estrangeiro / Albert Camus)


Obs: Bem, não é ateísmo. É só o maravilhoso ABSURDO/EXISTENCIAL de Albert Camus.

D.Q.M.

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