domingo, 2 de maio de 2010

Tudo que era do esposo lhe atiçava o pranto: os chinelos de bolas, o pijama de baixo do
travesseiro, o espaço sem ele no espelho da penteadeira, o cheiro possoal dele em sua
própria pele. Abalou-se um pensamento vago: "As pessoas que a gente ama deveriam morrer
com todas as suas coisas"
[...]

Por: Gabriel García Marquez
in: O amor nos tempos do cólera


Nenhum comentário: