quarta-feira, 19 de janeiro de 2011



O ser humano não é coerente, muito menos um escritor, a coerência não é uma virtude literária. A única virtude do escritor é a coragem de falar as coisas que não pode falar.


Rubem Fonseca In “Diário de um fescenino”

Um comentário:

Ronerik Holanda disse...

Interessante... Disse o que é realmente o "Rony na escrita"